Diretrizes propostas 10/10

Diretriz n. 10 – Participar efetivamente nas ações e deliberações do partido, contribuindo para o seu fortalecimento;

Adriano Mattos
Vereador 12.111

Diretrizes propostas 9/10

Diretriz n. 9- Compromisso com a garantia dos direitos das pessoas portadoras de deficiências, pessoas idosas, crianças e adolescentes

Adriano Mattos
Vereador 12.111

Resposta ao comentário blog Iran

Prezado colega Iran,

Sou um admirador e acompanhador de seu trabalho. Sei de seus princípios, ideias, de sua conduta, de sua ética e de seus ideais por uma Palhoça mais justa e fraterna.

Não nos conhecemos pessoalmente, e talvez por isso você não conhece meu trabalho nem minhas intenções como candidato a vereador.

Permita-me dizer que estou vice-presidente do Lions Clube de Palhoça, uma instituição mundialmente reconhecida pelos trabalhos voluntários em benefícios dos mais necessitados onde, inclusive em determinada oportunidade, solicitei o seu apoio para que divulgue as ações desta honrada instituição. Também contribuo para minha comunidade, fazendo parte do Conselho Comunitário Ponte do Imaruim, onde atualmente estou licenciado da presidência pelo prazo de desincompatibilização. Participo da Associação Empresarial de Palhoça como Diretor Institucional e estou licenciado da Delegacia do CRC/SC de Palhoça. De forma voluntária, contribuo para outras instituições não governamentais de Palhoça, procurando contribuir de acordo com minhas condições.

Você está equivocado ao mencionar que estarei defendendo apenas uma bandeira ao pleitear um cargo de vereador em nosso município, dizendo que assumirei apenas compromisso com a classe contábil e empresarial.

O e-mail a qual você se refere é específico para a classe contábil e empresarial. Não encaminhei para qualquer outro e-mail a não ser para colegas de nossa profissão. E acredito sim, que nossa classe necessita de representatividade, pois por muitas vezes pela falta de um representante com conhecimento, é que determinadas leis são colocadas na gaveta, ou nem saem do papel.

A classe contábil e empresarial são geradoras de emprego e renda em nossa cidade, e muito contribuem e impulsionam para que a cidade se desenvolva.

Isto não quer dizer que excluí os demais setores da sociedade, que não lutarei por políticas públicas em benefício da população. Muito pelo contrário!

Com minha experiência em mais de 10 anos representando diversas instituições em nosso município, tenho conhecimento das dificuldades que a população e a sociedade civil organizada enfrentam no dia-a-dia.

Somente no ano passado, recebemos 5 reconhecimentos pelos valorosos serviços prestados em prol da sociedade, a saber: Medalha de honra ao mérito Caetano Silveira de Mattos, pela Câmara Municipal de Palhoça; Reconhecimento pelo Conseg 259 por contribuir com a segurança do bairro Ponte do Imaruim; Troféu reconhecimento da classe contábil por serviços voluntários prestados em prol da sociedade; Troféu Secretaria de Desenvolvimento Regional SDR, por destaque do CCPI em desenvolvimento comunitário; Certificado de responsabilidade social pela ALESC, sendo que o CCPI foi a única instituição de Palhoça, entre empresas, entidades públicas e privadas a receber este importante reconhecimento.

Permita-me dizer ainda que diferentemente de muitos outros candidatos, possuo um planejamento, onde entre outras áreas que iremos trabalhar,  a nossa área principal de atuação é a educação. Possuímos um conselho político, onde eu, juntamente com 4 profissionais da área da educação, incluindo um diretor, um mestrando, e dois do corpo docente estamos verificando as dificuldades e necessidades para um projeto sério que traga benefícios para nossa cidade nesta área.

Ainda dentro de nosso plano de trabalho, com mais de 40 páginas, sempre voltados de acordo com as reais funções de um vereador – Legislar,  Fiscalizar,  Representar os interesses da sociedade, Estimular e apoiar a organização de setores da sociedade, Criar e fortalecer políticas públicas – temos nossas diretrizes e compromissos, dos quais posso lhe citar alguns:

  • Garantir que as ações parlamentares se dêem com transparência e efetiva participação da sociedade;
  • Ter compromisso com uma gestão ética, democrática e eficiente;
  • Estar envolvido com as questões de interesse coletivo, contribuindo para a educação popular, para a garantia de direitos dos cidadãos;
  • Defender os investimentos nas políticas sociais, priorizando as áreas mais vulneráveis e de maior exclusão social, no intuito de diminuir as desigualdades sociais e promover a distribuição de renda;
  • Ser aliado dos movimentos sociais, buscando o desenvolvimento das comunidades;
  • Ser aliado dos movimentos empresariais, buscando fortalecer as empresas do município, geradoras e distribuidoras de emprego e renda;
  • Ter compromisso com a garantia dos direitos das pessoas portadoras de deficiências, pessoas idosas, crianças e adolescentes;
  • Apoiar os movimentos artísticos e culturais;

Ainda assim, convido-o a conhecer meu histórico de muitas lutas em prol de uma sociedade melhor, desejo este que sempre permeia meus sentimentos e espero ter a oportunidade de levá-lo para o legislativo. O endereço é https://adrianomattos.wordpress.com/2012/07/07/historio-adriano-mattos/

Portanto, colega Iran, espero ter tido a oportunidade de mostrar um pouco do trabalho que já foi feito. Sei que ainda há muito o que fazer em prol de nossa cidade, mas com muita luta, perseverança e trabalho tenho certeza que teremos uma sociedade mais desenvolvida, mais justa e fraterna e que possa beneficiar a todos de forma igualitária.

Coloco-me a disposição para conversarmos pessoalmente, apresentar meus projetos, nos conhecermos melhor e discutirmos as necessidades e oportunidades para a nossa cidade, independente de partido, profissão ou posicionamento.

Um fraternal abraço,

Adriano Mattos
Cel. 9926-5251
adrmattos@gmail.com

Diretrizes propostas 8/10

Diretriz n. 8- Ser aliado dos movimentos empresariais, buscando fortalecer as empresas do município, geradoras e distribuidoras de emprego e renda; Adriano Mattos
Vereador 12.111

Diretrizes propostas 7/10

Diretriz n. 7- Ser aliado dos movimentos sociais, buscando o desenvolvimento das comunidades;

Adriano Mattos
Vereador 12.111

Diretrizes propostas 6/10

Diretriz n. 6- Compromisso com a igualdade entre os homens e mulheres, o combate a discriminação racial e a todas as formas de violência;

Adriano Mattos
Vereador 12.111

Diretrizes propostas 5/10

Diretriz n. 5- Defender os investimentos nas políticas sociais, priorizando as áreas mais vulneráveis e de maior exclusão social, com a finalidade de diminuir as desigualdades sociais e promover a distribuição de renda; Adriano Mattos
Vereador 12.111

Diretrizes propostas – 4/10

Diretriz n. 4- Envolvimento nas questões de interesse coletivo, contribuindo para a educação popular, para a garantia de direitos dos cidadãos;

Adriano Mattos
Vereador 12.111

Diretrizes propostas – 4/10

Diretriz n. 4- Envolvimento nas questões de interesse coletivo, contribuindo para a educação popular, para a garantia de direitos dos cidadãos;

Adriano Mattos
Vereador 12.111

Diretrizes propostas – 3/10

Diretriz n. 3- Compromisso com uma gestão ética, democrática e eficiente, com a participação da sociedade;

Adriano Mattos
Vereador 12.111

Diretrizes propostas – 2/10

Diretriz n. 2- Buscar sempre a capacitação, aperfeiçoamento, e aumento do nível de conhecimento sobre a realidade de nosso município, região metropolitana, estado e país; às questões relacionadas à prefeitura e câmara municipal, à legislação e instrumentos de ação;
Adriano Mattos
Vereador 12.111

Diretrizes propostas – 1/10

1- Garantir, por meio da ação parlamentar, instrumentos de ampliação da participação cidadã, do controle social, da democratização da informação, por meio de ações com transparência;

Adriano Mattos
Vereador 12.111

Histório Adriano Mattos

Histórico
Adriano Mattos, 33 anos, casado, contador, empresário.

Inspirado na vocação da família pelos trabalhos voluntários, principalmente por seu pai, iniciou desde cedo colaborando com entidades de sua comunidade.

Foi sócio-fundador da Associação do Movimento Cultural Palhocense- AMCP, entidade criada no intuito de defender, difundir e valorizar a nossa cultura.

Foi membro do corpo de baile da academia MCC, realizando diversas apresentações culturais pela grande Florianópolis.

Participou como voluntário por três edições da Noite do Sul, evento cultural tradicional em nosso município.

Foi tesoureiro e atualmente é conselheiro da Associação Ambientalista Viva o Verde, entidade que visa valorizar os recursos naturais existentes, bem como campanhas de defesa, preservação e conservação do meio-ambiente.

Desde 2006 é delegado (atualmente licenciado) do Conselho Regional de Contabilidade em Palhoça, representando a classe contábil junto aos municípios da região.

Foi sócio-fundador do Núcleo de Contabilistas de Palhoça, onde foram realizadas diversas campanhas e reivindicações, resultando em conquistas para os contadores e empresas de Palhoça. Em 2008, em Cuba, representou o Conselho Regional de Contabilidade, realizando um intercâmbio entre a Associação Nacional dos Contadores e Economistas de Cuba – ANEC, onde estreitou o relacionamento com a classe contábil daquele país, resultando em um convite para o presidente do CRC/SC, a fazer uma palestra no Encontro Internacional de Contabilidade em Havana em 2009.

Faz parte do programa de voluntariado da classe contábil, que consiste em estimular a prática cidadã e o espírito de responsabilidade social entre os profissionais da contabilidade, comprometendo-se com questões sociais relevantes para o País.

É sócio-fundador e membro do Lions Clube de Palhoça, entidade que busca atender ao próximo desinteressadamente, em ações voltadas às comunidades, mutirões da saúde, meio ambiente, juventude, idosos, empréstimo de cadeiras de rodas e e eventos beneficentes voltados a construção do Hospital de Olhos do Lions Clube de Santa Catarina.
Uma das maiores campanhas realizadas, foi a de doação de óculos, das quais 137 pessoas necessitadas receberam par de óculos. Em 2009, foi eleito pelos membros do clube com o título de melhor companheiro do ano. Atualmente, é vice-presidente da instituição.

Foi vice-diretor financeiro do Instituto Lions, entidade responsável pela construção do Hospital de Olhos em Palhoça, que irá atender as pessoas com diversos problemas da visão.

Foi vice-diretor financeiro vice-presidente e atualmente é diretor institucional da Associação Comercial e Industrial de Palhoça – ACIP. Em 2008, recebeu a representante do Ministério de Comércio Exterior e da Câmara de Comércio de Cuba em Palhoça. No mesmo ano, participou de missão empresarial a Cuba, levando empresários palhocenses a participar da Feira Internacional de Havana, com um stand próprio da ACIP no pavilhão do Brasil. Em 2009, participou de reuniões com empresários do Grande Aririú, colaborando para a formação do Núcleo Empresarial do Grande Aririú.

Participa da diretoria do Conselho Comunitário Ponte do Imaruim desde 2006. Em 2009, foi eleito presidente da entidade com 96% de aprovação dos votos. Desde que assumiu, juntamente com sua diretoria e equipe, realizou importantes projetos, campanhas e eventos junto à comunidade. Criação de cinco novas diretorias, publicação do balanço social, procurando divulgar de forma transparente as informações da instituição, ampliação e fortalecimento dos cursos de idiomas para espanhol, inglês e italiano, ampliação e reforma do salão, criação de uma rádio web, Natal para mais de 200 crianças, foram algumas das mais de 40 ações realizadas, procurando sempre levar oportunidade para a comunidade.

Em dezembro de 2010 recebeu homenagem do CONSEG 259, como colaborador para a segurança do bairro.

Em Abril de 2011 recebeu pela Câmara Municipal de Palhoça, medalha de Honra ao Mérito Caetano Silveira de Mattos, por relevantes serviços prestados ao município, conforme lei n. 3448/2011.

Em novembro de 2011, o CCPI recebeu o certificado de responsabilidade social pela Assembléia Legislativa de Santa Catarina – ALESC, pelas ações desenvolvidas em prol da comunidade, sendo a única instituição de Palhoça, entre entidades públicas e privadas, a receber esta honraria.

Ainda em novembro de 2011, o CCPI recebeu troféu de destaque pela Secretaria de Desenvolvimento Regional – SDR Grande Florianópolis, pelas ações em prol do desenvolvimento comunitário.

Em 15 de dezembro de 2011, recebeu troféu de reconhecimento pelo Conselho Regional de Contabilidade de Santa Catarina, como exemplo de trabalho voluntário desenvolvido pela classe contábil em entidades com fins não econômicos, em comemoração aos 65 anos da entidade e entrega do Prêmio Destaques da Contabilidade.

Tem com pensamento, a frase de Cora Coralina “O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.”

O trabalho voluntário e a transformação das relações de trabalho

O trabalho voluntário e a transformação das relações de trabalho Por Nunes Simões
Segundo a definição das Nações Unidas, “o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido o seu interesse pessoal e o seu espírito cívico, dedica parte de seu tempo, sem nenhuma remuneração, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem-estar social, ou outros campos”.
Até poucas décadas atrás, o trabalho voluntário estava predominantemente restrito a algumas ações pessoais, de grupos escolares ou religiosos. Mas essa dinâmica mudou e hoje a maior parte da adesão voluntária vem de empresas privadas. Além do impacto causado nas instituições e dos grupos beneficiados, o mais interessante é observar a forma como esses programas têm alterado o comportamento de executivos dos mais variados segmentos e suas funções dentro das empresas. Sabemos que, atualmente, a competitividade do mercado não se limita apenas ao preço e à qualidade dos produtos e serviços prestados. O empresariado zela por funcionários e clientes, mas também compreende o seu dever em contribuir para a qualidade de vida, a preservação do meio-ambiente e o desenvolvimento comunitário. E, de acordo com essa nova postura, são muitos os conceitos discutidos sobre a responsabilidade social, o investimento social privado e o voluntariado empresarial. Embora haja divergência no modelo defendido e na causa a apoiar, a ação voluntária é amplamente reconhecida como ponto unificador e modificador das estruturas e relações de trabalho.
O desenvolvimento de programas de voluntariado é visto pelos profissionais de RH como uma atividade que contribui para a formação de uma força de trabalho mais preparada para enfrentar com criatividade os impasses diários do mundo corporativo. Na maioria das vezes, para coordenar e executar os projetos sociais nos quais atuam, esses profissionais se deparam com estruturas desprovidas de ferramentas tecnológicas e com equipes bem enxutas. E ao longo do tempo desenvolvem mais suas habilidades de liderança ao trabalhar com voluntários de perfis tão diferentes.
A experiência do trabalho voluntário possibilita a esses executivos a percepção de que a transformação social de uma comunidade é possível por meio de um projeto sólido e estruturado. Em contato com a comunidade, os executivos passam a conhecer verdadeiras histórias de sucesso de ascensão social – jovens e adultos que foram alfabetizados com voluntários, estudantes que passaram por cursos de inclusão digital, aprendizado de inglês, entre muitas outras iniciativas. E este “sentir e viver” faz que os executivos acreditem mais nas causas e nas pessoas.
O grupo de voluntários que acompanha um projeto social surgir e se desenvolver participa dos grandes desafios relacionados à transformação de um ideal em um projeto, a consolidação e a expansão de uma instituição social. Tudo muda quando uma iniciativa que atende a centenas de pessoas passa a atender milhões, e entraves e dificuldades aparecem. Entretanto, no fim, todos os envolvidos se transformam juntos.
De volta aos escritórios, esses profissionais apresentam mais criatividade e confiança na solução de problemas que envolvam muitos departamentos, apresentam habilidades com multitarefas e visão geral dos negócios. A experiência adquirida nas instituições e ONGs auxilia esses executivos a pensarem em soluções mais simples para as divergências do dia a dia e a acreditarem na força do trabalho em equipe e nos resultados que podem surgir da união entre persistência e confiança.
Para a instituição e comunidade beneficiadas, o executivo é capaz de levar as práticas diárias da iniciativa privada, que, muitas vezes, apresentam grande dificuldade para um órgão não governamental, tais como gerenciamento eficiente, conhecimento administrativo e burocrático, visão de negócio e estratégias de marketing para busca de apoios e patrocínios. Com a cultura do voluntariado mais presente na sociedade brasileira, observa-se uma nova filosofia permeando executivos, estudantes e academias – concordamos que todos nós somos responsáveis e temos a nossa parcela de compromisso na construção de um país mais igualitário. O foco saiu da esfera governamental e atualmente todos nós compomos um só país com características únicas de brasilidade e desafios peculiares.
Todas as esferas podem colaborar e a junção desses fatores ganha força muito maior. O governo já conta com um sistema estruturado em redes e unidades, e a iniciativa privada pode compartilhar sistemas otimizados e ferramentas inovadoras, enquanto o cidadão poderá sempre oferecer a sua energia. Esse conceito de unidade se fortaleceu e o grande divisor que existia entre a iniciativa privada e a comunidade diminuiu. Hoje, a comunidade participa da empresa e a empresa faz parte da comunidade.
Nuno Simões é diretor de assuntos corporativos da Intel América Latina. PARA PENSAR
“Antes tarde do que mais tarde”
João Sayad