PMP – Prefeito cobra soluções para a mobilidade urbana em Brasília

Prefeito cobra soluções para a mobilidade urbana em Brasília

Como solução, Ministro dos Transportes assumiu o compromisso de licitar mais uma pista em cada sentido na Via Expressa.

O prefeito de Palhoça, Camilo Martins, participou na tarde desta terça-feira (23), junto com prefeitos da Grande Florianópolis, de uma reunião com o Ministro dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues. Com o apoio da bancada catarinense na Câmara Federal, liderada pelo deputado Esperidião Amin, Camilo Martins apresentou um manifesto com reivindicações para a mobilidade urbana em Palhoça. O documento foi elaborado em parceria com entidades e autoridades locais, como a Associação Empresarial de Palhoça (ACIP), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), além do Ministério Público de Santa Catarina e vereadores.

Entre as soluções apontadas no documento está a Via Expressa, considerada um dos principais gargalos que complica o trânsito local. Diante isso, o ministro assumiu o compromisso de licitar mais uma pista em cada sentido (terceira pista) na Via Expressa. A obra é orçada em R$100 milhões e o processo licitatório deve ocorrer nos próximos dias, uma vez que o DNIT já possui um projeto pronto.

“O compromisso foi firmado, agora vamos cobrar e acompanhar as ações, a cidade e nós moradores não vamos mais admitir perder tanto tempo em um trânsito caótico”, destacou o prefeito.

A reunião faz parte do conjunto de medidas anunciadas na última semana por Camilo Martins para dar fim aos problemas de mobilidade no município.

Renata Cavalheiro
Comunicação e Marketing
Sec. Desenvolvimento Econômico de Palhoça
Contato: 48 8453.8803

Palhoça lança programa em que famílias acolhem crianças e adolescentes em situação de risco

O serviço oferecerá apoio psicossocial para todos envolvidos no processo, por meio de uma equipe técnica.

A partir do dia 1° de março, o município de Palhoça passa a contar com um novo modelo de atendimento a crianças e adolescentes em situação de risco, afastados da família por decisão judicial e medida de proteção. O programa chamado de Família Acolhedora Bem-Me-Quer, é um dos serviços de proteção especial do Sistema Único de Assistência Social – SUAS – em que os menores, em vez de serem encaminhados para abrigos institucionais, vão para residência de famílias cadastradas, que cuidam da criança ou adolescente até que seja possível o retorno à família de origem ou adoção.

O serviço funciona como uma adoção temporária, as famílias acolhedoras ficam responsáveis pelas crianças em todo período que o processo legal tramita. Com a iniciativa, esses menores podem desfrutar do direito a convivência familiar, conforme estabelece o artigo 19 do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Um dos pré-requisitos do programa é que a família não tenha intenção de adotar e não esteja inscrita no cadastro de adoção. A ideia é justamente que os cuidadores fiquem cientes de que passado o prazo, terão que se desligar da criança.

O tempo varia de acordo com a decisão judicial, mas em Palhoça, a legislação prevê que o acolhimento seja no máximo de dois anos para a mesma criança. Já a família que acolhe pode participar do programa mais de uma vez.

Como ser uma família acolhedora

Para ser uma família acolhedora é necessário que o responsável seja maior de 24 anos e morador do município há pelo menos dois anos. Antes da aprovação, além da capacitação e avaliação criteriosa, é feita uma visita na casa e entrevista com cada morador. Para auxiliar no processo a família recebe ajuda de custo do município.

Para se cadastrar no serviço, os interessados devem dirigir-se a sede do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora Bem-Me-Quer, localizada na Secretaria de Assistência Social na Av. Barão do Rio Branco, 235, centro de Palhoça. Para mais informações acesse o site do serviço www.bemmequerpalhoca.wordpress.com ou pelo telefone (48) 3242-3202.

Serviço:

Local: Centro de Convivência do Idoso, situado à Rua Padre João Batista Réus, s/n – Caminho Novo.
Horário: 14 horas